Em meio à fila formada por dezenas de corpos estendidos em frente a uma creche na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio, um avô — que criou o neto como filho — contou que não conseguiu ver o cadáver de Jean Alex Santos Campos, o Café, de 17 anos, na manhã desta quarta-feira, pois já tinha sido removido pelo rabecão. O rapaz foi um dos mais de 120 mortos na megaoperação realizada pelas polícias Civil e Militar na Penha e no Alemão, a mais letal da história do estado, realizada na terça.




