A ligação de ZM com o Comando Vermelho, como sugere um advogado que o defendeu, começou em 2012 na Penitenciária Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, onde ficou por pouco mais de um ano. À época, ele era réu pela morte de um diretor de carceragem em Canindé, mas acabou sendo absolvido devido à falta de provas. No presídio, ele foi acolhido por traficantes da facção, mas não chegou a se filiar a ela de início. Somente ao deixá-la e ser procurado por integrantes do Primeiro Comando da Capital que mudou de ideia: o grupo paulista exigiu territórios do Ceará em troca da irmandade, além de quantia em dinheiro. O CV seguiu num acordo mais amistoso, sem demandas.



