— O parque é muito atual. Em termos de espaço democrático, ele continua sendo um lugar pulsante de encontro, lazer e convivência. Quando a gente pensa que, lá atrás, o Burle Marx e sua equipe imaginaram esse espaço enquanto o aterro ainda estava sendo feito, é impressionante. Foi um trabalho coletivo, com educadores, técnicos, botânicos, pessoas do governo da então Guanabara, todos pensando uma cidade mais verde, mais acessível, mais democrática. Essa discussão é extremamente atual — diz Isabela Ono, diretora executiva do Instituto Burle Marx.



