O ano vai chegando ao fim, mas os céus de novembro devem ser recheados de eventos para quem gosta de observá-o. Só neste mês, três chuvas de meteoros vão poder ser observadas do Brasil, além de uma superlua, que vai começar uma sequência desse fenômeno que deve durar até janeiro de 2027.
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Chuva de meteoros Táuridas do Sul
O mês já começa animado com a chuva de meteoros Táuridas do Sul, que, embora já tenha tido seu pico entre a noite do dia 4 e a manhã do dia 5 de novembro, continua até, pelo menos, o dia 20 deste mês.
Ela é conhecida por produzir verdadeiras “bolas de fogo” no céu, a partir da quebra de grandes e brilhantes meteoros nas suas entradas na atmosfera terrestre, chegando a formar grandes “clarões” no céu.
Para observá-la, é preciso se virar para a constelação de Touro, na direção noroeste (antes da meia-noite) até o oeste (de madrugada). As Três Marias são uma boa dica para quem não conhece muito do céu, já que a Touro fica coladinha nelas.
O pico de atividade da Táuridas do Sul é pequena, apenas de cinco a dez meteoros por hora, e o horário ideal para ser vista é entre meia-noite e 3h30 da madrugada.
Chuva de meteoros Táuridas do Norte
Junto com a Táuridas do Sul, a chuva de meteoros Táuridas do Norte também vai estar ativa e a boa notícia é que o seu pico ainda não passou: acontece na madrugada do dia 11 para o dia 12, a partir da meia-noite, indo até as primeiras horas da manhã.
Como sua “irmã”, é uma chuva de baixa intensidade — até menor, com até cinco por hora — mas também capaz de gerar as “bolas de fogo”. Para assisti-la, as instruções da chuva Táuridas de Sul ainda são válidas: se virar para a constelação de Touro, na direção noroeste (antes da meia-noite) até o oeste (de madrugada).
Chuva de meteoros Leônidas
Um pouco mais pra frente no mês, entre os dias 17 e 18, outra chuva de meteoros vai atingir seu pico: a Leônidas. Uma das mais famosas, ela é responsável por produzir meteoros que entram na atmosfera com uma velocidade alta.
Diferente das chuvas de Táuridas, o pico de atividade da Leônidas começa mais de manhã, por volta das 3 horas, seguindo até o amanhecer. Para assisti-la, é preciso olhar para o Nordeste, em direção à constelação de Leão.
Em média, a chuva de Leônidas produz até 15 meteoros visíveis por hora.
Primeira superlua de sequência
No fim de novembro, o céu do Brasil vai ser iluminado pela primeira superlua de uma sequência que deve durar até janeiro de 2027. Na noite do dia 24, a lua, que vai estar cheia, também estará em um ponto relativamente próximo da Terra em sua órbita.
Assim, o satélite com que estamos acostumados deve aparecer um pouco maior e mais claro à noite. Outra superlua está marcada para acontecer em dezembro, e, finalmente, uma terceira em janeiro do ano que vem.
Júpiter e Marte estarão coladinhos
Além de todos esses eventos, na noite de 15 pra 16 de novembro, dois planetas da Via Láctea estarão especialmente próximos um do outro: Júpiter e Marte estarão separados por apenas 1.2 graus, o equivalente a duas luas cheias, uma do lado da outra.
Para quem quiser vê-los, basta olhar para o Sudeste. Júpiter será o mais iluminado dos dois, enquanto Marte manterá sua coloração avermelhada.
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Chuvas de meteoros e superlua: quais são os principais eventos astrológicos de novembro que poderão ser vistos do Brasil




