O cientista estima que, dentro de uma década, possivelmente antes, será possível saber se a sociedade conseguiu controlar os riscos da inteligência artificial e alcançar o que chama de “abundância radical” ou se fracassou na tarefa. Nesse segundo cenário, ele prevê consequências como o aumento da desigualdade entre ricos e pobres, desemprego em massa, conflitos culturais e uma sociedade profundamente dividida.




