A Defensoria Pública do Estado, que também analisou as imagens em parceria com o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (Gini), da Universidade Federal Fluminense (UFF), apontou problemas semelhantes. Em um dos casos, um policial retirou a câmera do uniforme e a deixou no chão de uma residência na Penha. Durante cerca de 20 minutos, não foi possível acompanhar o que acontecia dentro do imóvel. Em outro episódio, o equipamento permaneceu no banco de uma viatura por mais de uma hora.




