Parecia um encontro de devotos de Djavan. Essa era a sensação de quem presenciou há dois domingos no Clube Renascença, no Andaraí, na Zona Norte, uma massa de mais de 2 mil fãs do artista, acompanhando em uníssono — como em oração —o repertório só com composições próprias ou gravadas pelo alagoado, executadas em ritmo de samba, numa roda comandada por onze músicos, que durou cerca de cinco horas. As paredes, como num templo, estavam decoradas com imagens do artista reproduzidas das capas dos discos.




