Uma pesquisa feita pelo Sexlog, rede social de sexo e swing da América Latina, mostrou que nem tudo sai como planejado na hora H. Segundo um levantamento, quase metade (49%) dos brasileiros ouvidos pela rede social já passou por uma situação engraçada ou constrangedora durante o sexo.
A pesquisa ouviu mais de dois mil usuários e o retrato que aparece é o de um sexo bem distante da perfeição dos filmes. Entre as atrapalhadas ou coisas engraçadas que aconteceram, a cãibra é a campeã isolada. 40% citam a dor, torção ou outro desconforto físico causado por posições que acabam exigindo mais preparação do que o imaginado.
Em seguida, aparecem as interrupções e os flagras, seja por alguém, pelo celular ou até mesmo por um animal de estimação — 26%. Os barulhos indesejados fecham o pódio, com 20%, e o pum responde sozinho por 15%.
A ausência de ereção vem em seguida com 19%, seguido por problemas com a camisinha ou com algum acessório sexual (18%). 12% dos relatos dizem já ter derrubado algo ou batido em algum móvel durante o ato. Mesma fatia de quem já chamou a pessoa pelo nome errado. Fechando a lista, 9% erraram a posição ou tentaram uma acrobacia que não deu certo.
Para quase metade dos participantes (48%) as atrapalhadas ocorreram em um encontro casual, e 39% com o parceiro ou a parceira fixa. O motel aparece como cenário em 22% dos casos, e 18% aconteceram em uma experiência a três ou com mais pessoas.
A idade também interfere no tipo de atrapalhada. Entre os mais jovens de 18 a 24 anos, os micos que mais se destacam são as acrobacias que deram errado (22%, mais que o dobro da média geral, de 9%) e o pum (20%, contra 15% no total). Já a cãibra chega ao pico na faixa dos 25 aos 34 anos, quando atinge 47% dos entrevistados.
O que fazer quando isso acontece?
A reação mais comum, citada por um em cada três, é cair na risada e seguir em frente. Depois vêm ficar com vergonha e tentar disfarçar, transformar a situação em uma história para contar, ver o parceiro rir junto e ajudar a levar na brincadeira e, por fim, ficar constrangido, mas conseguir retomar.
Entre as respostas menos citadas está deixar o clima esfriar e desistir do ato sexual. Quando perguntados sobre o que mais acabaria com o clima, os usuários apontam em primeiro lugar uma falha de higiene ou um imprevisto desagradável. Em seguida vêm chamar a pessoa pelo nome errado e ser interrompido por alguém ou pelo celular.
“O que mais chama atenção nas respostas é a facilidade com que as pessoas riem de si mesmas. Sexo de verdade tem cãibra, gato que entra no quarto e parente que chega sem avisar. Quem consegue rir junto nessas horas mostra uma intimidade que nenhuma performance perfeita substitui”, afirma Mayumi Sato, CMO do Sexlog.
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Pesquisa mostra que quase metade dos brasileiros já passaram por situações engraçadas ou constrangedoras durante o sexo




