A piora atingiu todas as modalidades no primeiro semestre. Em quatro delas, o indicador alcançou o maior patamar da série: cartão de crédito (chegou a 13,2% e fechou junho em 12,7%), crédito rural (10,3%), veículos (8,5%) e consignado (5,0%). No crédito pessoal não consignado, a taxa é de 14,9%, a mais alta entre as linhas, mas ainda abaixo do pico de 16,5% registrado em 2016.




