Os pesquisadores utilizaram dados de 9.632 crianças de 9 a 11 anos que participaram do Estudo de Desenvolvimento Cognitivo do Cérebro Adolescente (ABCD, na sigla em inglês), que acompanha o desenvolvimento cerebral e a saúde de jovens nos Estados Unidos. Os participantes informaram quantas bebidas com cafeína (como café, chá ou refrigerante) costumavam consumir por semana, e seus pais relataram a duração média do sono dos filhos. Depois, exames de ressonância magnética avaliaram a espessura e a área da superfície do córtex, camada externa do cérebro que desempenha funções importantes no processamento cognitivo, na tomada de decisões, na atenção e nas emoções.




