A cobrança, que seria diária, garantia a cobertura do tráfico aos motoristas e um espaço para estacionar à espera das corridas em ruas perto do Morro do Barbante, a cerca de 500 metros do aeroporto. As vítimas em potencial eram turistas abordados por homens no saguão, na saída do desembarque, conhecidos como “jóqueis”, que trabalham irregularmente no terminal. Ao conquistar o passageiro, eles telefonam para o taxista e levam o cliente até o carro. Para integrar o esquema, pagariam ao tráfico uma taxa diária de R$ 50.




