Artista desde criança, Douglas conta que percebeu uma mudança na relação com a filha quando ela completou 10 anos. “Isso é estranho porque não tem um botão nem um aviso prévio, sabe? Antigamente era papai para cá, muito grude, toda hora eu ia lá dar beijo, queria dar, receber esse beijo. Hoje em dia, não. É, tipo, ‘calma aí, pai’”, entrega ele. Maria Flor, por sua vez, fala sobre o momento que está vivendo. “Quando eu penso em adolescência, eu penso em transformação”. Mas, apesar dos conflitos, os dois querem manter o diálogo aberto. Além de pais e filhos, a série reúne especialistas para discutir as transformações no cérebro e no comportamento dos adolescentes.



