O ministro da Educação da França, Edouard Geffray, classificou o movimento como “legítimo em sua origem”, mas afirmou que ele foi “feito refém por grupos de ultraesquerda”. Os protestos se intensificaram, com estudantes do ensino médio ateando fogo em frente a escolas por toda a França. Mais de 5.000 pessoas foram detidas desde o início dos protestos, informou o ministro do Interior, Laurent Nunez, ao canal de televisão francês TF1. A maioria dos detidos é composta por menores de idade que frequentam o ensino médio.



