Na tarde do debate, porém, a ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que a Globo não exibisse o púlpito vazio de Lula e proibiu perguntas dirigidas ao candidato ausente. Flávio anunciou então que não participaria mais do encontro, atribuindo a decisão ao que classificou como “censura” da Justiça Eleitoral. Pouco depois, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a inclusão de Renan Santos, do Missão, entre os participantes. Diante das decisões judiciais e das ausências de Lula e Flávio, a Globo cancelou o debate.



