— Essas marcas aí são as origens, os cartéis de onde elas vêm, dos grupos criminosos que a produzem, e da sua comercialização. Eles colocam esses símbolos para poder identificar sua origem, de quem é fornecedor. E uma que tem, inclusive, metade da bandeira do Brasil, metade da bandeira da Bolívia, com um fuzil em cima, e a frase “a melhor do Norte”. A gente não tem como identificar exatamente que grupo é esse — diz o delegado da 32ª DP Fabiano Oliveira.



