Quando a licença terminou, em maio de 2024, a empresa determinou seu retorno ao trabalho. No entanto, segundo a trabalhadora, a empregadora passou a adotar medidas para levá-la a pedir demissão e renunciar à estabilidade. Dez dias depois de voltar ao trabalho, ela foi novamente afastada pelo INSS e ajuizou reclamação trabalhista para pedir a rescisão indireta — similar à demissão justa causa, mas ao contrário, quando o empregador comete a falta grave — e indenização por danos morais. Na época, seu salário era de R$ 22 mil.



