Dizem que a geração Z está vivendo uma “recessão sexual”. Antes que alguém imagine milhões de jovens olhando para o teto e dizendo “sexo? Que preguiça!”, calma. A vontade não sumiu. O caminho entre sentir vontade e encontrar outra pessoa é que parece ter virado uma corrida de obstáculos, e aliás é bom que se diga, que esse comportamento pode ter se acentuado agora, mas nas gerações anteriores, já vinha dando sinal de pane e só não viu, quem não quis. A própria indústria dos brinquedos adultos e demais estimulantes não vieram assim do nada: “Nossa, tudo está tão bem na sexualidade que vamos criar estimuladores, só para melhorar mais ainda”. Não é bem assim que a indústria trabalha, ela detecta um problema e começa a criar soluções, simples assim.



