A fala do executivo se refere, entre outros pontos, ao desfecho de uma investigação criminal conduzida durante quase quatro anos em Los Angeles. Em janeiro de 2025, a Promotoria decidiu não apresentar acusações contra Marilyn Manson. Segundo o promotor Nathan Hochman, as denúncias de violência doméstica analisadas já estavam prescritas — isto é, haviam ultrapassado o prazo previsto em lei para que pudessem resultar em uma acusação criminal. No caso das alegações de agressão sexual, a promotoria afirmou que as provas reunidas não eram suficientes para sustentar uma acusação além de dúvida razoável. Manson, portanto, não chegou a ser julgado criminalmente por esses episódios.



