Margarita López Pérez, fundadora do grupo de busca voluntária Buscando Cuerpos en Todo México, relatou ter visto a misteriosa coluna de fumaça enquanto procurava por pessoas desaparecidas. Seu grupo seguiu a fumaça até uma fazenda particular que, segundo López, pertencia a um traficante de drogas de Sinaloa. Sob pés de abacate, os integrantes da busca depararam-se com um crematório improvisado.



