Do “olá” na chegada ao “tchau” na sapida, Lamar Jackson fez questão de atrair os holofotes — que já o cercam naturalmente— na prévia da primeira partida da NFL no Rio de Janeiro. O quarterback do Baltimore Ravens, que enfrenta o Dallas Cowboys neste domingo, distribui sorrisos e mostrou empolgação por estar no Brasil.
Como de costume, sua coletiva foi marcada por palavras resumidas, logo após a equipe ter treinado no Espaço Lonier, CT do Botafogo. Mas Lamar se mostrou à vontade de ter chegado ao país, imitando até os braços abertos do Cristo Redentor em certo momento.
— É como uma glória. Eu adorei ver a paisagem por algum tempo. Estávamos no ônibus, então não consegui ver muitas coisas, mas foi muito maneiro. Lindo — disse Lamar.
O camisa 8 atrai muitos fãs no país, até mesmo aqueles que não torcem para Baltimore. Segundo ele, isso não tem a ver apenas com o que faz em campo.
— Provavelmente, porque só sou genuíno. Sou genuíno com tudo. Eu dou glória a Deus a todos os momentos. Acho que é por isso — comentou, antes de destacar a oportunidade oferecida pelo jogos da NFL fora dos Estados Unidos:
— Nos EUA, os torcedores podem sempre ir aos nossos jogos. É muito mais fácil para eles. Diferente daqui, fora do país, onde os torcedores têm agora esta oportunidade de torcer pela gente pessoalmente. Interagir conosco no campo.
Ao projetar o jogo de domingo, o quarterback descobriu a expressão “baile do Lamar”, criada pelos torcedores, e disse torcer para que tenha uma grande atuação.
— Que louco — brincou. — Tomara. Vamos tentar fazer desse jeito no domingo, para os torcedores, claro.



