A Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos (HRANA) informou que Sevda foi condenada à morte pelo crime de “corrupção na Terra”. Ela foi acusada de “insultar” o líder supremo e de publicar “propaganda” contra o regime islâmico, que está no poder desde a revolução de 1979. No Irã, meras declarações contra o regime já podem ser consideradas “insultos”. O crime de “insulto ao líder supremo” (Toheen-e-Rahbar) é uma acusação política frequentemente utilizada pelo Poder Judiciário e pelos Tribunais Revolucionários do Irã para punir e silenciar blogueiros, ativistas e críticos abertos do regime teocrático.



