Com a presença do celular no dia a dia, os idosos conseguem se comunicar com mais facilidade com parentes e amigos, além de ter acesso a serviços, informações e entretenimento. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 80,3% dos brasileiros idosos tinham um aparelho para uso pessoal em 2025, 18,3% a mais do que no ano anterior. Mas, além dos benefícios, o uso frequente e os movimentos repetitivos das mãos, como digitar, deslizar a tela e segurar o celular por períodos prolongados, podem favorecer o surgimento ou agravamento de lesões. Embora o uso não seja o único responsável pelas dores, o desconforto também pode ser sentido em outras áreas do corpo como o punho e até no pescoço.



