Segundo técnicos envolvidos nas discussões, a expectativa é assinar os contratos no dia 15 de setembro. Para convencer os bancos a emprestar o montante, a empresa — que fechou o primeiro semestre com prejuízo de R$ 5,5 bilhões — pediu que o Tesouro Nacional seja avalista da operação. Com essa garantia, em caso de inadimplência, a dívida fica com a União.



