Sem mágica, Hulk se destaca no Fluminense após início com desconfiança da torcida

Hulk foi novamente um jogador de destaque no sistema que Marcão desenhou para o time do Fluminense. Foi do atacante de 40 anos a assistência para o gol de Nonato que abriu a vitória de 2 a 0 sobre o Platense, ontem à noite, pelas quartas de final da Libertadores. E foi dele também o gol que fechou o placar. O veterano chegou à sexta participação direta em gol, com quatro marcados e dois assistidos, nos seis últimos jogos do clube. Um desempenho que começa a desfazer a desconfiança dos tricolores que chegaram a vaiá-lo nas primeiras partidas.
E não houve mágica. O Fluminense parece ter aprendido a jogar com o artilheiro se utilizando de receita simples: dois volantes protegendo o jogo por dentro (ultimamente, Martinelli e Nonato); dois pontas fechando corredores laterais (geralmente, Canobbio; ontem, Serna e Soteldo); e Ganso “orquestrando” as bolas ofensivas da forma como Hulk mais gosta — ora rasteira, entre linhas, em condições de arremate; ora pelo alto, por trás da marcação, para as cabeçadas. É onde e como ele faz a diferença.
Foi a sétima partida sem derrota sob o comando de Marcão: quatro vitórias e três empates, um aproveitamento de 71,4% dos pontos que faz do tricolor, sim, um candidato a finalista do torneio sul-americano. Senão, vejamos: a equipe vai para o jogo da volta, na Argentina, podendo perder para o Platense por um gol de diferença. Passando, espera o vencedor do mata-mata entre Palmeiras e LDU, que começam a se enfrentar nesta quarta-feira. A julgar pelo futebol que vem jogando e pelo momento de seus adversários, nada demais sonhar com outra final de Libertadores.



Source link

- Advertisement -spot_img

More From UrbanEdge

- Advertisement -spot_img