“As cúpulas do tráfico de drogas no México são formadas por famílias. Na realidade, são negócios familiares”, explicou Saucedo. “Consequentemente, a sucessão dinástica é a norma. O comando dos cartéis é passado de pais para filhos, de pais para sobrinhos, de tios para sobrinhos ou entre irmãos. Como os cartéis mexicanos operam como empresas familiares, o sobrinho de El R-5 não passou pelo tipo de recrutamento a que, lamentavelmente, tantos outros jovens mexicanos são submetidos. Sua situação é singular: ele fez parte do círculo íntimo de um chefe criminoso”, completou ele.



