Cigarros, vapes, eletroeletrônicos, bebidas alcoólicas e até medicamentos. Na última década, organizações criminosas brasileiras se diversificaram além do tráfico de drogas e avançaram sobre o comércio clandestino de mercadorias, amplificando seus ganhos com a ilegalidade e desafiando as autoridades e o Estado, de uma forma geral. O contrabando, especialmente do Paraguai, garante a facções como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) lucros que passam de 500% — ganhos que, segundo especialistas, servem para financiar outras frentes de atuação das quadrilhas, numa estratégia de expansão econômica da ilegalidade.



