Fachin deu prazo de cinco dias úteis para que Moraes, o ministro André Mendonça, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, prestem informações por escrito. O despacho não conclui pela existência de irregularidades. A medida busca esclarecer os fatos antes de uma eventual análise da controvérsia pelo plenário do STF.



