O fato de o grupo criminoso ser itinerante era uma estratégia para dificultar sua identificação e a conexão entre os diferentes crimes e vítimas. Segundo as investigações, os suspeitos estiveram no Distrito Federal em junho e julho deste ano, período em que foram identificadas a pelo menos quatro ocorrências. Logo em seguida, estiveram em Minas Gerais, onde outro crime semelhante foi registrado, na Bahia, em São Paulo e, recentemente, voltaram ao DF. As viagens eram feitas em veículos alugados, outra forma de dificultar a identificação e o rastreio dele.



