em dois depoimentos, segurança mudou versão e confessou espancamento de ciclista em Copacabana


Em menos de 24 horas, o segurança de rua Davi Santos Machado, de 21 anos, mudou radicalmente sua versão sobre a morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro, espancado em Copacabana, na Zona Sul do Rio, na noite de 11 de agosto. No primeiro depoimento à polícia, prestado no dia 17, Davi admitiu apenas ter dado um soco no braço da vítima para conseguir retirar uma bicicleta que Cláudio segurava e afirmou não ter presenciado nenhuma das agressões que ocorreram depois. No dia seguinte, porém, voltou a ser ouvido e confessou ter participado diretamente do espancamento, ao lado de dois entregadores. Disse que os três deram socos e pontapés em Cláudio e que ele também usou um cacetete para golpeá-lo. Em um dos trechos, afirmou que, em um “ato insano”, deu vários golpes na cabeça da vítima.



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