Maria Flor, que faz sucesso na web falando sobre casamento, reflete na peça ‘O filho’ sobre separação e maternidade


— Aos 16 anos (como o personagem central da peça), eu não era uma garota deprimida, mas tinha questões de pertencimento, estéticas. Não aceitava o meu cabelo e o pintava de vermelho, achava as minhas pernas muito finas, reclamava por não ter peitos… Eu era meio grunge, usava piercing no nariz. Não era da turma das certinhas, mas era boa aluna — relembra, reforçando a importância da figura materna em sua vida: — Quando repeti a 6ª série (equivalente ao 7º ano do ensino fundamental atualmente), entrei em crise porque minha mãe ficou muito decepcionada comigo, e esse era o meu maior medo. Então, depois disso, virei uma superaluna, a primeira da turma, muito organizada. Antes, fui uma criança obediente, nada afrontosa. Sempre fui muito apaixonada pela minha mãe e queria que ela me achasse incrível.



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