Um eventual governo Flávio Bolsonaro (PL), candidato a presidente nas eleições gerais de outubro, focará no ajuste das contas públicas, com enxugamento da máquina federal – redução dos mais de 30 ministérios de hoje para de 20 a 25 pastas –, combate aos “privilégios” e “supersalários” e digitalização dos serviços públicos, afirmou nesta sexta-feira a ex-presidente da Caixa Daniella Marques, responsável pela área econômica do programa do senador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.



