Santidade transforma vidas

Há um significativo equívoco em acreditar que santidade é apenas um conceito religioso.
Ser santo é, sobretudo, uma decisão que envolve qualidade de vida e que se relaciona diretamente com todos à nossa volta e, indiretamente, com a sociedade com a qual lidamos diuturnamente.
Não há como virar santo, mas, sim, deve-se buscar ficar santo.
Ser santo é a decisão de se separar para algo; decidir atingir um alto alvo, para o qual será exigida significativa entrega; determinar-se a um objetivo, mesmo que isso lhe exija autossacrifício e abdicação; alcançar alguma coisa de alto e difícil valor.
Como afirma Carl Roger: “A boa vida é um processo, não um estado de ser. É uma direção, não um destino.”
Nesse sentido, o que mais favoreceria a sua casa, sua família e a própria sociedade seria a sua decisão determinada de ser santo; ou seja, buscar realizar e alcançar algo pelo qual valeria a pena viver e lutar.
A santificação não só é vontade de Deus, bem como é fruto de um processo que se constrói sobre incontáveis renúncias, lutas e tensões, mas que produz frutos maravilhosos: consciência sã, espírito em paz e comportamento impactado e impactador.
Como a própria vida nos ensina, não há luta fácil, mas, sim, pessoas determinadas a alcançarem seus objetivos diante do Pai das Luzes. E estou certo de que sua vida familiar é o mais alto deles.
O que depender de mim, eu lhe desafio a buscar uma vida em constante santificação, comprometida e frutífera diante de Deus e do próximo, seja ele próximo ou distante.
Por certo, de sua cumplicidade depende o crescimento do Reino de Deus, a anunciação da paz, a celebração da vida e a felicidade de sua casa e família.
Então, que tal ser santo?



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