— A regulamentação é especialmente importante porque o medicamento não é um bem de consumo comum e a farmácia não pode ser compreendida apenas como um estabelecimento comercial, mas de saúde. A incorporação de novas tecnologias e modalidades de entrega deve ocorrer sem enfraquecer a responsabilidade sanitária, a orientação ao paciente e a segurança em todas as etapas — afirmou o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle.




