A caminho do trabalho, por volta das 7h desta quarta-feira, uma fonoaudióloga foi baleada no pescoço num ônibus que passava por Vicente de Carvalho. No Complexo da Maré, a 12 quilômetros dali, um pai, para proteger os filhos dos tiros, os fez deitar no asfalto. Na mesma manhã, uma criança de 6 anos, que brincava na varanda de casa, acabou ferida por estilhaços de um projétil na Favela do Metrô, no bairro da Mangueira. Nos três episódios ocorridos na Zona Norte do Rio, a violência urbana transformou a rotina de cariocas em momentos de desespero.




