“Os esquemas de recrutamento são muito complexos, mas o que mais me preocupa é o nível de especialização que eles estão adquirindo”, disse um trabalhador humanitário colombiano na Ucrânia, sob condição de anonimato. “Ex-paramilitares, ex-guerrilheiros e ex-soldados estão lutando e aprendendo juntos aqui a operar drones”, completou ele.



