— Nossa, acho que é o projeto teatral da minha vida, porque eu jamais imaginei poder fazer o Malandro Max da “Ópera do Malandro”, ainda mais nessa visão do Farjalla… É um sonho de consumo. Lá em São Paulo, no Teatro Renault, foi incrível: 1.500 pessoas todos os dias, duas sessões ao sábado. E aqui no Rio, acho que vai ser igual e talvez mais especial ainda, porque a história se passa no Rio de Janeiro. A gente fala do Rio, eu sou do Rio, então veste muito comigo e estou muito feliz. É um desafio gigantesco: estou dançando, sapateando, cantando, interpretando, falando texto atrás de texto, é inacreditável — celebra o ator.



