No documento, a entidade argumenta que a Meta estaria lucrando com esse tipo de publicidade e cita documentos internos da empresa, obtidos e divulgados pela agência Reuters, em novembro de 2025, segundo os quais a companhia estimou que 10,1% de sua receita global em 2024 — cerca de US$ 16 bilhões — viria de anúncios promovendo golpes e itens proibidos. Os mesmos documentos também indicam que a Meta exibe diariamente até 15 bilhões de anúncios com fortes indícios de fraude.



