“Eu não sabia para onde olhar. O colo dela, o rosto, os olhos, o nariz… tudo estava coberto com o nome dele. Então, eu não sabia por onde começar, porque 99% das pessoas querem remover apenas um nome ou uma frase. Ela estava totalmente coberta, então eu não sabia por onde começar. Eles conversavam, nos contavam como ela vivia e como foi forçada a fazer isso. E ela não aparecia na rua havia bastante tempo porque sentia vergonha”, declarou Andy Han, diretor da fundação Spijt Van Tattoo.



