Entenda como Instituto Rio Metrópole teria usado recursos de forma irregular


Um dos presos, o então presidente do instituto, Davi Perini Vermelho, o Didê, é apontado pelo MPRJ como o chefe do esquema: ele autorizava contratações, assinava acordos e controlava os pagamentos que, mais tarde, seriam desviados. Outro acusado é Maurício Silva Knoploch dos Santos, que ocupava o cargo de diretor de Planejamento e Projetos do IRM e era integrante da Comissão Técnica de Licitação, posição que, afirmam os investigadores, ele usava para direcionar as escolhas de empresas que receberiam os recursos.



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