Filha de Ana Maria Braga anuncia divórcio e alfineta: 'Pessoa se acomodou com facilidades ao meu lado'

Filha de Ana Maria Braga, Mariana Maffeis terminou o casamento com Badarik González, com quem teve quatro filhos. A empresária lamentou o divórcio e fez uma reflexão sobre padrões que se repetem nos relacionamentos em que vive. O fato de ter uma mãe famosa, e com dinheiro, acaba pesando.
“Eu percebi que realmente eu não poderia mais tê-lo como companheiro. Infelizmente, havia se apresentado também um processo de acomodação. Não da relação, mas da pessoa em si, com as facilidades que encontrou ao meu lado”, disse Mariana em seu canal no Youtube.
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Colombiano, Badarik é professor de yoga. Ao longo do relacionamento com Mariana, ele já usou as redes sociais para rebater críticas por viver no luxo proporcionado por Ana Maria Braga.
“Simplicidade tem a ver com esforço, com dedicação. A simplicidade vai se manifestar, sou muito grato pelo que minha sogra dá para nós”, disse ele em 2024, quando viralizou um vídeo dele acompanhando os filhos em uma aula de equitação.
Filha de Ana Maria Braga fala sobre apoio da mãe: ‘Meu dinheiro é meu’
Por ter um estilo de vida considerado “alternativo”, Mariana Maffeis lida com frequência com comentários nas redes sociais a criticando por viver com o dinheiro da mãe. Ela nunca negou o apoio de Ana Maria Braga e sempre se demonstrou grata publicamente. Mas gosta de deixar claro que tem também os próprios recursos.
“Quem pensa que estou privando meus filhos, pelo contrário. A gente mora em um casarão. Pode dizer que minha mãe deu. Mas não tem isso. Meu dinheiro é meu. Como sempre ouvi da minha mãe, eu sempre colaborei com a empresa da qual sou sócia e sigo. Quero ver viver a vida que vivo, se vai conseguir fazer o corre que eu faço”, disse ela recentemente em outro vídeo no Youtube.
“‘Ah, se tudo der errado você tem para onde correr’. É o tipo de pensamento que eu encontro na minha trajetória. É uma grande ilusão (…). ‘Ah, ela obriga os filhos a viverem de maneira x, y, z’. Primeiro, venham conhecer. Talvez faça coisas diferentes do padrão. Mas o padrão, às vezes, é comprado, vendido, uma ideia abstrata. A gente gosta de ser manada para não falarem da gente, e a gente acaba vivendo como quem não somos”, disse.
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