As investigações também apontaram elementos que indicam a atuação de integrantes da quadrilha na região conhecida como Tríplice Fronteira (Brasil–Paraguai–Argentina). De acordo com as autoridades de segurança, nessa área, segundo organismos nacionais e internacionais de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, é historicamente monitorada como um importante polo de operações financeiras e logísticas de grupos terroristas. Essas organizações arrecadam recursos por meio de práticas como lavagem de dinheiro, contrabando e tráfico de drogas, além de manterem ligações com facções criminosas brasileiras, como o PCC e o CV. Segundo as apurações, essa estrutura teria sido utilizada para ampliar a capacidade de circulação internacional dos recursos investigados.



