Primeiro, porque construiu uma linha de defesa com média de idade de 31,8 anos, considerada alta para o padrão competitivo atual. A da Noruega, por exemplo, que eliminou o Brasil, tinha 28,4 – a mesma da França, despachada pela Espanha, que tem média de 26,6. Aliás, essa é também a da Inglaterra, que enfrenta a Argentina na semifinal que aponta o outro finalista. A linha defensiva de Scaloni tem média de 30 anos. E isso sem incluir a idade do volante, peça-chave na proteção. No caso brasileiro, a inclusão de Casemiro, com 34 anos, elevaria a média para 32,1 – idade do reserva Fabinho.



