Bacellar chegou a ser preso preventivamente por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, mas foi solto dias depois, por decisão do plenário da Alerj, com medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. Em dezembro, numa segunda etapa da operação, já batizada de Unha e Carne, a origem dos vazamentos foi aprofundada e levou à prisão preventiva do desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2).



