A vitória da Argentina sobre o Egito, por 3 a 2, contou com decisões polêmicas e terminou com reclamações de que a equipe de arbitragem haveria favorecido a equipe sul-americana. Diante disso, a federação egípcia denunciou o árbitro François Letexier e seus assistentes, Cyril Mugnier e Mehdi Rahmouni, à Fifa.
Conforme noticiado pelo Diario As, da Espanha, o presidente Hany Abo Rida solicitou uma investigação e também exlcusão do trio francês do restante do torneio.
Após a partida, o atacante Mostafa Zico, que marcou o segundo gol do Egito, reclamou da arbitragem, dizendo que o campeonato estava “direcionado” e que o juiz “não foi justo”. O treinador Hossam Hassan foi na mesma linha, questionando o favorecimento aos argentinos em lances cruciais da partida.
Quando o jogo estava 1 a 0 para os egípcios, Zico balançou as redes, mas o gol foi anulado na revisão do VAR por falta no início da jogada. Mesmo tendo marcado depois para abrir 2 a 0, a Argentina reagiu, empatou o jogo, e virou nos acréscimos. O gol de Enzo Fernández, que garantiu a classificação, foi alvo de reclamações por parte da seleção africana, que pediu um pênalti em Fathy, desarmado na origem do lance.
Quem é François Letexier, árbitro da partida
Aos 37 anos, François Letexier tem 37 anos e é consideram um dos melhores árbitros do país, sendo escalado para jogos importantes no cenário nacional e continental. Nesta Copa do Mundo, ele também apitou o empate em 0 a 0 entre Cabo Verde e Arpabia Saudita, e a vitória da Costa do Marfim sobre o Equador, ambos na fase de grupos. Ele comandou as finais da Liga Europa de 2021, da Supercopa da Europa de 2023 e da Eurocopa de 2024.
Em fevereiro deste ano, seu nome repercutiu na acusação de racismo de Vinicius Jr. a Prestianni, do Benfica. O juiz acionou o protocolo antirracismo diante da denúncia, mas não puniu o jogador do time português, mas deu um cartão amarelo para o brasileiro. Depois, a Uefa puniu Prestianni com seis partidas de suspensão.



