Terça Cultural recebe escola especializada em dança do ventre na Alego e celebra inclusão entre gerações


A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) recebeu, na Terça Cultural, uma apresentação da Escola Sistêmica de Dança do Ventre, grupo que reúne 150 mulheres de 12 a 78 anos. A iniciativa foi destacada por Adriana Bueno, diretora de Esporte, Cultura e Lazer da Alego, que ressaltou o caráter inclusivo da atividade.

“É uma escola de inclusão que a gente precisa mostrar para a população, que existe sim a pessoa idosa, a pessoa jovem, os mais experientes, eles podem fazer uma dança como a dança do ventre, porque tem muito tabu”, afirmou.

Segundo Adriana Bueno, a apresentação na Casa também teve o objetivo de divulgar a escola e convidar novas participantes, sem exigência de experiência prévia. “A gente trouxe até a Assembleia Legislativa para mostrar ao povo essa inclusão, até mesmo na dança do ventre”, disse, acrescentando que o grupo aceita mulheres de todas as idades e corpos, do nível iniciante ao profissional.

Além disso, a diretora também destacou o papel da dança no resgate da autoestima e do empoderamento feminino. “Essa dança tem o poder de resgatar a autoestima da mulher”, declarou.

A dançarina Cicilya Custódio participou da Terça Cultural e reforçou a relevância da dança do ventre como manifestação cultural e instrumento de valorização das mulheres. Ela destacou a importância de locais institucionais, como a Assembleia Legislativa, abrirem espaço para a divulgação dessa arte, contribuindo para aproximar diferentes gerações e reforçar o papel da dança como forma de expressão, resgate da autoestima e fortalecimento da identidade cultural.

A Escola Sistêmica de Dança do Ventre funciona no Jardim América, em Goiânia.



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