No Rio de Janeiro, uma parte das oportunidades está em alto-mar, nas plataformas e nas embarcações de apoio. Para cada vaga de trabalhar embarcado, há outras duas, em terra, para suportar essa atividade. Para aqueles que trabalham em regime embarcado, a jornada contempla deslocamentos por via aérea ou marítima, que podem se estender por mais de 200 quilômetros da costa. A permanência média é de 14 dias consecutivos em alto-mar, cumprindo as atividades operacionais em turnos, para depois, sim, ter os dias de descanso em terra, que vão variar conforme o regime adotado. Em resumo, é preciso que o profissional procure as vagas que são mais aderentes ao seu perfil e busque sempre a qualificação adequada para sua atuação. Profissionais embarcados com ensino médio completo têm uma diferença de renda de 94% com relação àqueles de mesma escolaridade na população ocupada em geral. Considerando técnicos de nível médio e profissionais operacionais — de suporte administrativo à execução técnica —, o rendimento médio registrado é de R$ 7.159, mais do que o dobro das mesmas categorias ocupacionais em outros segmentos e modelos de trabalho (R$ 3.406).



