É justamente na carteira de veículos que reside o núcleo das suspeitas investigadas pela PF. Créditos com alto nível de inadimplência teriam sido transferidos do balanço do banco para fundos de investimento, entre eles o Hermon, o mais relevante da estrutura do Digimais. O movimento contábil, em si, não é proibido. O problema, segundo os investigadores, está no que veio depois.



