— A base integra não só os dados do Celular Seguro, mas todos os boletins de ocorrência da polícias civis. O grande salto de qualidade é que os dados dos boletins de ocorrência chegavam a um universo de três mil celulares, mas a gente não sabia, ninguém sabia. Além disso, um estado não tinha acesso aos dados do outro — explicou Chico Lucas, secretário nacional de Segurança Pública, dando um exemplo: — Um celular roubado em São Paulo podia ir para o Rio de Janeiro e, pronto, ele se perdia lá. Agora, qualquer policial do Brasil vai conseguir visualizar todos os registros, sejam do Amapá, do Piauí, do Rio Grande do Sul ou do Amazonas. Todos estarão reunidos no mesmo sistema.



