Matheus Cunha celebra dois gols contra o Haiti e fala sobre ‘peso’ da camisa nove: ‘É mais um privilégio’


Passado o empate com o Marrocos, a seleção brasileira venceu com autoridade o Haiti, pelo placar de 3 a 0, na segunda rodada da Copa do Mundo de 2026 com gols de Matheus Cunha e Vinicius Júnior. Após a partida, Cunha comentou sobre a sua participação no jogo e também a paciência em aguardar o seu momento após não ter começado como titular na Copa.

— Apesar de não ter começado, só de estar na Copa do Mundo é um orgulho muito grande. Faria de tudo para ter ido à passada, e agora fico muito feliz por estar aqui e ajudar. É tudo que eu sempre sonhei. Ainda não conquistamos nada, mas é muito bom sentir que estamos dentro da Copa do Mundo e conseguimos essa vitória — disse o atacante.

O jogador também comentou sobre a comemoração diferente feita com os jogadores nos dois gols do Brasil nesta sexta-feira. Além de centroavante, o jogador revelou ser um entusiasta do surfe.

— Sou de João Pessoa, e comecei a praticar o surfe em Bahia Formosa para desopilar de outras formas. O surfe virou parte da minha vida. Um dos meus grandes amigos é surfista, sou muito amigo do Ítalo. Acho que vejo mais surfe do que futebol — revelou o jogador.

Matheus Cunha comentou sobre o peso e a responsabilidade de vestir a camisa nove da seleção em uma copa do mundo. Para o atleta do Manchester United, o uso do número é visto como “um privilégio” e que o atacante tenta ver o outro lado por trás da oportunidade de vestir uma camisa de peso como a que ele usa no Brasil.

— Foram tantos jogadores que usaram essa camisa e desempenharam pelo Brasil. Poder ser mais um na história a desempenhar e fazer os gols para ajudar. O Brasil é isso. Vestir a camisa, entender e aceitar essa camisa 9, que é mais um privilégio do que um peso a carregar — completou Cunha.



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