O valor disponível é formado, em maioria, com recursos do Tesouro, complementados por recursos próprios do BNDES. O uso direto de recursos do Tesouro para o BNDES operar tem atraído críticas de especialistas, que veem na estratégia uma forma de estimular a economia lançando mão de recursos que não entram na contabilidade das despesas primárias e, portanto, ficam de fora dos limites do chamado “arcabouço fiscal”.



